sábado, 27 de agosto de 2016

A autoridade satânica do politicamente correto:




Ayaan Hirsi Ali explica o desprezo esquerdista pelas mulheres muçulmana


(observação: caso não deseje ler o texto, o vídeo está no final desta postagem)

Há pouco menos de um mês circulou nos meios de informação do mundo que a webcelebridade paquistanesa Qandeel Baloch, de 26 anos de idade, foi mais uma mulher do Oriente Médio condenada por ser considerada desonra para a sua família, e, infelizmente, vítima fatal da crueldade de seu próprio irmão, que não suportou a exposição dela nas redes sociais, através de vídeos e fotos sensuais.

Essa é apenas mais uma das histórias dentre tantas outras que chegarão ao nosso conhecimento, ou não, mas que acontecem diariamente com inúmeras mulheres, da mais pobre à mais rica, cujo o maior crime cometido é a desonra, o modo como se vestem, casar com quem se ama, ou negar se casar, dentre tantos outros motivos que fazem os homens se sentirem no direito de puni-las.

O vídeo traduzido abaixo é uma reflexão da professora e escritora nascida na Somália, Ayaan Hirsi Ali, que, após ter sido criada dentro do islamismo, visa convocar o Ocidente e, principalmente, as ditas feministas a se insurgirem contra uma cultura religiosa verdadeiramente opressora, que possui aval social para humilhar as mulheres em diversos aspectos, colocando um véu de invisibilidade sobre elas, privando-lhes a liberdade nas atividades mais banais e usurpando diariamente o direito protagonizaram a sua própria existência, até mesmo pagando o preço com a morte.

Em seu livro, Herege (págs. 95/96), Ayaan afirma sobre o assunto que “Não fica bem atualmente, em círculos acadêmicos, discutir o legado das estruturas clânicas árabes no desenvolvimento do islã. É considerado etnocêntrico, quando não orientalista, até mesmo mencionar o assunto. Mas hoje o Oriente Médio e o mundo como um todo estão cada vez mais à mercê de uma combinação das piores características de uma sociedade tribal patriarcal e do islã não reformado. E por causa dos tabus em torno do que não pode ser dito – tabus reforçados pela ameaça de represálias violentas - somos incapazes de discutir às claras essas questões.



Tradução: Isabela Alencar
Revisão: Felipe G. Duarte

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Vídeo no Youtube: https://youtu.be/d5_IbRFIr-w
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As nações islâmicas querem o fim dos judeus:


O Hamas só pensa em uma coisa: destruir Israel!


A palavra HAMAS é um acrônimo em árabe para "Ḥarakat al-Muqāwamah al-ʾIslāmiyyah", que significa "O Movimento de Resistência Islâmica", no entanto, também é a palavra árabe que designa "zelo”.

É impossível negar frente todas a provas, que eles buscam destruir Israel com determinado “zelo” mas, uma curiosidade ainda mais intrigante, é que essa mesma palavra HAMAS em hebraico bíblico (חמס) significa "violência", como na passagem de Gênesis 6:11: “A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência (חמס)."


Tradução: Patrícia Maragoni
Revisão: Renan Poço


Sobre as armas de destruição em massa no Iraque


George W. Bush não mentiu

observação: o leitor poderá ir direto para o vídeo no final do texto.

A Avaliação do Serviço de Inteligência Nacional (NIE na sigla em inglês) de 2002, afirmou categoricamente em uma apresentação formal ao presidente Bush e ao Congresso, que o regime iraquiano de Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa. O diretor-geral da Agência Central de Inteligência (CIA), George Tenet, assegurou ao presidente Bush que a informação de que o Iraque possuía, de fato, armas de destruição em massa era um consenso entre as agências de inteligência. 

A comissão bipartidária, conhecida como comissão Robb-Silberman, examinou cuidadosamente as inter-relações entre a administração Bush e a comunidade de inteligência e não encontrou nenhuma indicação de que alguém na administração procurou pressionar a comunidade de inteligência em suas conclusões. 

A comissão concluiu que os relatórios presidenciais diários da CIA, que datam da administração Clinton foram ainda mais alarmistas, sobre a presença de armas de destruição em massa no Iraque, que o apresentado pela NIE em 2002.

Saddam vinha manifestando uma hostilidade acentuada contra os Estados Unidos, abrindo fogo contra aviões americanos que patrulhavam a zona de exclusão - criada pelo acordo de armistício que encerrou a primeira guerra do Iraque - e tentando assassinar o ex-presidente George H. W. Bush num ataque frustrado com carro-bomba durante a visita de Bush ao Kuwait em 1993.
Mesmo assim, a decisão de ir à guerra foi baseada nas informações sobre as armas de destruição em massa de Saddam. Quando o secretário de Estado Colin Powell apresentou formalmente o caso nas Nações Unidas, o fez confiando inteiramente nesse aspecto da ameaça representada pelo Iraque.

A comissão Robb-Silberman, em última instância, determinou que a comunidade de inteligência estava "totalmente equivocada" sobre as armas de Saddam mas, ninguém nos círculos políticos de Washington, havia contestado essas informações antes da invasão.
Contudo, haviam aqueles que não concordavam com uma guerra contra Saddam, mesmo que ele possuísse armas de destruição em massa. Alguns congressistas se uniram a Brent Scowcroft, um tenente general aposentado da Força Aérea e ex-conselheiro de segurança nacional, suscitando dúvidas quanto a decisão de invadir o Iraque. É interessante notar no entanto, que quando Saddam foi capturado e interrogado, ele afirmou a seus interrogadores que tinha a intenção de se vingar do Kuwait por sua cooperação com os EUA, invadindo-o novamente em um momento propício. Portanto, mesmo que a administração Bush não tivesse ido para a guerra em 2003, seria inevitável tão logo o Kuwait fosse novamente invadido.
De qualquer forma, as conclusões relativas as más informações de inteligência e ao “timing” da guerra são totalmente distintas da alegação de que o presidente Bush mentiu ou enganou o povo americano sobre a ameaça de Saddam. 

As informações de inteligência requerem uma profunda análise e julgamento, com a palavra final recaindo sobre presidente; é possível criticar Bush por ter acreditado nas informações fornecidas pela CIA mas, parece pouco provável, que qualquer outro presidente teria tomado uma decisão diferente frente a tais afirmações oriundas da comunidade de inteligência, principalmente após o 11 de setembro. De qualquer forma, a afirmação de que Bush mentiu para levar os EUA a guerra deve ser vista não só como falsa, mas como perigosamente difamatória.

Principalmente porque pode assumir o ar de fato incontestável com consequências potencialmente desastrosas. Basta lembrar de uma acusação semelhante e sem fundamento que acabou ajudando os nazistas a chegarem ao poder na Alemanha: a de que o exército alemão não tinha realmente perdido a Primeira Guerra Mundial, que os soldados não haviam sido "apunhalados pelas costas" pelos políticos.


Tradução: Renan Poço
Revisão: Israel Pestana

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Eleição Presidencial dos EUA 2016: uma sociopata americana chamada Hilary Clinton.



O silêncio do jornalismo esquerdista ante as monstruosidades de Hilary Clinton

Extraí a pesente notícia do riquíssimo blog Thyself O Lord: Hillary Clinton: Advogada de Estuprador e aceita o Pai do Terrorista dos Gays.

Considerando sua importância, não pude deixar de republicar aqui. E a informação que você obterá na presente postagem jamais obterá no jornalismo brasileiro, especialmente nos telejornais da Globo, árdua defensora de Hilary Clinton e Barack Muslin Obama! É algo tão assustador, que o fato de Hilary Clinton (Partido dos Democratas) estar concorrendo à presidência dos EUA prova categoricamente que a sociedade americana está em uma aguda decadência. Nosso tempo é curto! A KGB e a escola de Frankfurt, graças ao liberalismo, realmente conseguiram obter grande sucesso!


Hilary Clinton cospe na cara dos americanos: além de ser uma ferrenha advogada de estuprador de crianças, seu partido trouxe ao seu comício o pai (Seddique Mateen) pai do terrorista que matou 50 homossexuais numa boate gay de Orlando, sem falar que é árduo defensor do Talibã no Afeganistão.


O Thyself O Lorde, citando um importante site americano nos diz o seguinte:

O jornal Daily Mail relata o caso 40 anos depois e traz o vídeo abaixo em que a própria Hillary Clinton descreve o caso rindo de como conseguiu livrar o estuprador de prisão perpétua para apenas dois meses de prisão. Veja o vídeo abaixo e vomite.

Olhando a atual situação do Partido dos Democratas, podemos concluir que Ronald Reagan sabia muito bem o que estava fazendo, quando trocou este partido pelo Partido Republicano. Hoje não há como negar que o partido da sociopata Hilary nada mais é que um braço forte do comunismo, e que a mesma teve um grande mestre enviado do inferno: Saul Alinsky!